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Qualidade de Vida no Trabalho – Parte II

Atualmente as empresas no mundo todo, estão incrementando os investimentos na geração de lucros a partir de colaboradores motivados, capacitados e mais satisfeitos. Com isso, após vários levantamentos de informações, pode-se verificar que existe um interesse significativo por parte dos gestores, para implementar uma academia na empresa. Confira quais são os principais benefícios:

  • Mensurar e acompanhar os indicadores de saúde ocupacional e do estresse;
  • Elaborar e implantar programas para grupos especiais, com fatores de risco como: obesidade, hipertensão, diabetes e alterações posturais;
  • Auxiliar a empresa na diminuição dos custos com assistência médica e afastamentos;
  • Acompanhar periodicamente os índices de adesão e participação em cada modalidade, em conjunto com o Departamento de Saúde Ocupacional da empresa;
  • Implantar atividades que não requerem grandes investimentos em equipamentos, como treinamento e acompanhamento de equipes de corrida;
  • Proporcionar condições para a melhoria do estilo e qualidade de vida individual;
  • Proporcionar aos colaboradores facilidade, segurança, rapidez, conforto e, principalmente, a oportunidade de praticar exercícios físicos sob a orientação de um profissional qualificado;
  • Melhoria do rendimento funcional (melhorar as atividades realizadas no dia-a-dia);
  • Redução do número de acidentes no trabalho;
  • Diminuição dos gastos com afastamento de trabalho e despesas médicas;
  • Melhoria das relações humanas e de trabalho;
  • Aumento da produtividade;
  • Melhoria do relacionamento interpessoal.

Qualidade de Vida no Trabalho – Parte I

Não há dúvida que a globalização e a tecnologia trouxeram mudanças no comportamento das empresas, exigindo cada vez mais o aumento da produção. E para que isto aconteça o preço cobrado foi muito caro, pois envolve pessoas e a alteração no ritmo de vida delas, com  um número excessivo de horas trabalhadas.

A Qualidade de Vida no Trabalho é um estado dinâmico porque as organizações e as pessoas mudam constantemente; e depende da realidade de cada empresa. O lado profissional passou a ser a face predominante do ser humano, o qual se sentiu forçado a ser superprofissional e, para tanto, não poupa esforços em jornadas de trabalho acima de 12 horas diárias. Tudo parece ir bem até que uma ou mais esferas da vida do ser humano: familiar, social, física, passa a apresentar problemas.

Na última década do século XX, foi apontada uma nova realidade social:

  • Aumento da expectativa de vida;
  • Maior tempo de vida trabalhando em atividades produtivas;
  • Maior consciência do direito à saúde;
  • Apelos a novos hábitos e estilos comportamentais;
  • Responsabilidade social; e
  • Consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável.